E se
aquele que luta por um mundo, melhor, soubesse que toda mudança começa por
revolucionar antes a si próprio?
E se aqueles que vivem sufocando sua família e seus
amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças seus
corações, reconhecendo que são responsáveis por suas próprias atitudes?
E se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos
defendêssemos contra quem nos faz mal.
E se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, e
que apenas, apenas o amor e a paz, prevalecesse entre todos?
E se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar
opiniões contrárias às suas sem precisar obrigar as outras com sua raiva?
E se nós fossemos mais críticos e nos apropriássemos de um
conhecimento cultural, histórico e social refletindo em questão a tantos
problemas que envolve tanto a si próprio mas também a todos?
E se todos nós não tivéssemos tanto medo dessa sociedade
corrupta que vai contra a tantos preceitos morais e intelectuais?
E se nós nos preocupássemos mais com o próximo e
compartilhássemos mais alegrias?
E se as pessoas soubessem que não vale mais a pena gastar
dinheiro com coisas que vão para dentro do armário?
E se valorizássemos mais a nossa família
E se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade
não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.
E se percebêssemos a diferença entre ter uma vida
sensacional e uma vida sensacionalista.
E se acreditássemos que podemos fazer a diferença.
E se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para
não emburrecer.
E se tudo já tivesse acabado?
E se não desse mais tempo para mudar nossas escolhas, se
não desse mais tempo de viver, pensar diferente?
Será que daria tempo de começar agora mudar agora e fazer
tudo o que deixamos pra trás?
Sim
Ainda
á tempo só cabe a nós viver a cada dia um novo dia.
Bastante existencialista esses questionamentos
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